Reflexões Econômicas


Olá Amigos!!!

Desculpem a demora para novos posts, é que estive envolvido em outras atividades além das habituais. Pretendo ainda postar muitos outros temas, para termos muitas mais discursões, e logo voltaremos ao ritmo normal - um post por semana.

Agradeço a participação de um colega de faculdade, Tiago Costa, que escreveu o artigo abaixo. Espero que vocês, assim como eu, estejam dispostos a novas rodadas de debates!!!

                                          Fabricio Machado

                                                      Editor-Chefe do Reflexões Econômicas 



Escrito por Fabricio Machado às 23h37
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Turismo e Desenvolvimento
                                    Por: Tiago Costa
O Brasil é um país riquíssimo. E quando me refiro a tamanha riqueza, não estou
mencionado algo relacionado ao nosso PIB ou a nossa Renda per capita (que por sinal, não
diz muito sobre nossa realidade). A verdadeira questão que aqui faço menção é a
riqueza paisagística e cultural do país. Afinal, poucas são as nações em que podemos
encontrar uma tão grande variedade de ambientes e povos. E o curioso é que essa riqueza
está gerando riqueza (agora sim me refiro ao sentido burguês do termo) através de
uma atividade econômica em profunda expansão, o Turismo.
Em 2002, a atividade foi responsável por 5,32% do PIB nacional e em 2003 movimentou o
percentual de 30% do total de importações mundiais do setor de serviços, o que nos
mostra a profunda capacidade de geração de lucros do ramo.
Portanto, como economistas, devemos nos questionar se o Brasil está realmente tomando as
medidas corretas para o crescimento do turismo, ou se as políticas adotadas até agora
são somente imediatistas.
Evidente que o desenvolvimento do turismo, infelizmente, depende de uma séria de fatores
de cunho político e social (o que torna um dificultoso o referido desenvolvimento). Tais
fatores nos levam a proclamar algumas “reformas” básicas em nossa sociedade. Por
exemplo, para manter a cidade limpa é necessário, fundamentalmente, de uma maior
conscientização, o que levará rumo a uma melhoria na educação. O mesmo acontece em
outras esferas análogas, como a segurança pública, preservação de aspectos
culturais, entre outras.
Assim, deduzimos que a atividade turística, se levada a sério, é capaz de dar uma nova
roupagem social para o país e promover o crescimento econômico quantitativo e
qualitativo. Matamos, assim, dois coelhos com um tiro só, como se diz no popular.



Escrito por Fabricio Machado às 23h34
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Crescimento ou Desenvolvimento?

            Muito se falou durante as últimas campanhas eleitorais sobre o pífio crescimento do país, comparando-o com outros países emergentes como os nossos vizinhos Chile e Argentina,  e a sensação do momento, a China.

            Segundo os livros de economia, o crescimento é o aumento substancial da economia nacional, ou seja, são dados meramente quantitativos. O desenvolvimento é o aumento qualitativo da economia, tendo como base um grau de homogeneização da população, ou seja, com poucos desníveis sociais.

            Mas as grandes questões desse tema são: até onde vale investir num crescimento homogêneo, pondo em risco o prestígio do país perante o mercado internacional? E até onde se faz necessária um crescimento desigual, que trará à população apenas mais sofrimento? E será que não existem condições de fazer com que o país cresça de forma com que ele também se desenvolva?

            Os diversos modelos econômicos apontam os diversos erros cometidos por seus “rivais”, e que impedem esse crescimento qualitativo. Segundo a corrente neo-liberal, a culpa de um país pouco desenvolvido recai pelo tamanho da influencia estatal nas decisões econômicas. Dizem eles os gastos do governo são enormes, e encabeçam a lista dos desperdícios. Segundo seus adeptos, esses desperdícios seriam minimizados com as privatizações, onde o poder particular tomaria de conta das empresas, dando mais mobilidade à economia.

Em contraposto, a corrente socialista diz que o pecado está em uma divisão diferenciada da renda. Com uma comunhão total dos bens econômicos, haveria um modelo planificado de sociedade, sem gradações.  É valido lembrar que, no Brasil, temos uma pequena parcela da população (em torno de 2%) que leva consigo ampla maioria da renda (80%, aproximadamente).

Cabe a este redator se manter imparcial nessa questão tão delicada. Porém, acredito que o grande erro vinculado aos males encontrados pela sociedade parte do próprio homem, que cada vez mais deixa de lado os princípios de Ética e Moral, em prol de seus próprios interesses. (Mais uma vez friso que não vinculo meus dizeres em nenhuma das correntes acima citadas).

Portanto, esperemos que o homem acorde antes do fim, que se aproxima a cada dia, com a forma de um grande abismo.




Escrito por Fabricio Machado às 21h38
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FELIZ NATAL (?)

                         Gostaria de agradecer a todos que vieram até esse blog e comentaram ou não. Espero que todos continuem vindo aqui, deixando sua opinião ou simplesmete fazendo subir aquele contador de acessos que fica alí embaixo no canto da pagina. ^_^

                         Queria ainda desejar a todos vocês um Feliz Natal, e pedir para que cada um que aqui vier reflita um pouco sobre suas atitudes esse ano; será que ajudamos a fazer um mundo mais digno durante seu curso? Quantas atitudes tomamos para que isso acontecesse? Será que podemos fazer mais?

                          Um grande abraço a todos!!!!

                                                                  Fabricio Machado

                                                                                Editor - chefe do "Reflexões Econômicas"



Escrito por Fabricio Machado às 21h16
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Responsabilidade Social – Um bem ou um mal?!

Diante de um mundo desigual, onde oprimidos e opressores lutam por seu espaço na economia, o que lhes darão o direito de consumir, coisa que as camadas que, ao perderem espaço acabam deslocadas para as periferias sociais – montemos uma básica estrutura, onde no centro estão os donos da produção, e ao seu redor os consumidores -, surgem na economia atrativos que tornam – se fatores desequilibrastes de uma tão ferrenha  disputa por essa cada vez mais  reduzida parcela consumidora do pais. Trata-se da Responsabilidade Social, um argumento que se usa de práticas altruístas, dando às camadas mais afastadas do centro consumidor uma nova roupagem, fazendo-os acreditar que eles são ouvidos, e que a empresa em questão tem como fins a preservação do ambiente e o desenvolvimento do país.

            Mas como diferenciar práticas meramente oportunistas de verdadeiras mobilizações em prol de uma satisfação geral? Ou melhor, será que essas práticas, não são realmente meramente oportunistas?

            Grandes exemplos nos são passados freqüentemente. Uma empresa onde o lema é “O Cliente tem Sempre a Razão” pode parecer ética e responsável diante de seus procedimentos para com o cliente, mas não tem dúvidas de demitir alguns pais-de-familia quando seus rendimentos são insatisfatórios. Ou ainda temos o caso de uma empresa que, através de uma invenção reduz a quantidade de gás carbônico na atmosfera, e que com isso, ganha créditos de emissão de gazes, sendo esses revendidos em outras localidades do mundo.

            Porém, como seria a vida de milhares de famílias assistidas por programas de investimentos sociais, criados por empresas privadas? Será que o governo sozinho pode dar conta dessa grande massa de famílias marginais?

            O fato é que não se tem como desvendar a mente humana. Nunca saberemos se as doações feitas por grandes personalidades mundiais às famílias necessitadas não foram meras jogadas de marketing. O certo é que funcionou, não só para eles, mas também para os que dela precisam.

 

                                                                 Por: Fabrício Machado



Escrito por Fabricio Machado às 00h15
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Discutir em prol de um novo amanhã.

Caros(as) Amigos(as);

       Diante das diversas controvérsias vistas no cenário político mundial e, tendo minha formação em andamento no curso de Ciências Econômicas, resolví criar esse blog com fins de promover sadios debates entre os transeuntes da rede. Espero poder contar com a colaboração de todos, mantendo sempre uma troca de idéias de bom nível, sem ofenças pessoais, nem a crenças, raças etc.

       Por mais, dou-lhes as boas - vindas e agradeço por sua contribuição.

 

                                                                                                           Fabricio Machado - Editor - Chefe do "Reflexões Econômicas"



Escrito por Fabricio Machado às 23h47
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